O diretor do DMAE, Paulo César Silva, lembrou que no ano passado o DMAE enfrentou dificuldade com a falta de chuvas tendo que utilizar o volume morto da represa Saturnino de Brito, mas conseguiu deixar a cidade abastecida, enquanto outros municípios sofreram com a falta de água. Segundo ele este ano com a situação também está complicada, devido a mais longa estiagem dos últimos 91 anos. “O Departamento tem feito manobras, de 1h a 2h, só para acertar o sistema, mas a cidade está abastecida. Para que isso fosse possível desde o início de 2021 o DMAE tem feito uma reservação nas captações no sistema de captação”, informou o diretor do DMAE.

Lembrou ainda que é grande a perda de água tratada e que o DMAE tem feito um trabalho incansável para resolver este problema e que são 1.000 kms de rede de água, fora a de esgoto, e uma rede muito antiga. Em determinados momentos é preciso bombear mais água, aumentando a pressão o que pode resultar no rompimento de rede.

O Departamento mantém uma equipe para procurar equipamentos vazamentos e este trabalho é realizado geralmente à noite, quando não há muito barulho, sendo mais fácil localizar o problema. “Quando assumi o departamento o percentual de perdas de água tratada era de 45%, hoje estamos em 33% e nossa meta é chegar na melhor média do Brasil, que é Curitiba, de 25%”, informou o diretor.