* Depois que foi a Brasília, onde manteve boas conversas e saiu do gabinete do senador Rodrigo Pacheco com a promessa de que várias emendas serão apresentadas pelo senador solicitando a liberação de recursos para a cidade, mais a notícia de que Poços receberá 7 milhões de reais referente ao acordo da Vale com o governo do Estado e ainda a suspensão judicial para retenção das parcelas do FPM a que Poços tem direito, o prefeito Sérgio Azevedo tem demonstrado uma animação como nunca antes vista desde que assumiu o comando do executivo.

* Tanto assim, que no sábado reuniu o secretariado para informar a equipe sobre os planos de governo para os próximos meses e passou para o secretariado um clima de otimismo com o futuro da administração. Agora é destravar os processos que estão encrencados desde a gestão anterior e realizar tudo aquilo que prometeu ao assumir o governo, em janeiro de 2017, até porque a pandemia dá sinais de que está no fim, liberando o foco do chefe do executivo para permanecer apenas na gestão administrativa.

* E quem ganha com esta fase mais tranquila e de realizações, é o segundo principal homem do governo, o secretário Celso Donato que demonstra entusiasmo com os apoios que vem recebendo para a sua quase certa candidatura a deputado federal. Celso vem recebendo apoio de algumas lideranças importantes em cidades da região, muitas até que costumavam trabalhar nas campanhas do ex-deputado Carlos Mosconi.

* Segundo matéria publicada pelo jornal O Tempo, a nova postura do governador Romeu Zema (Novo), classificada como “bélica”, pelo diário, em que o governador compra briga com os deputados já é parte da estratégia do governador com vistas a campanha pela reeleição. Um dos próximos alvos de Zema deve ser Alexandre Kalil (PSD), prefeito de BH e provável adversário na disputa pelo governo em 2022.

* O presidente do PSDB paulistano, Fernando Alfredo, reagiu às críticas feitas pelo deputado Aécio Neves à disposição do governador João Doria de sair candidato à Presidência. Para Alfredo, Aécio fez uma “aliança explícita” com o Centrão e “conchavos” com o Planalto e, por isso, “envenena o DNA tucano”. Aécio disse que a pré-candidatura de Doria pode levar o PSDB ao “isolamento absoluto”.

* Sobre o assunto, o presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, disse em entrevista ao GLOBO que o partido ainda pode apoiar outro candidato à presidência da República em nome da unidade do centro. Questionado se sua sigla pode abrir mão da candidatura própria, afirmou que “ninguém pode querer apoio sem ter disposição de apoiar” e que os tucanos estão abertos a negociar “até o último momento das convenções”.