* Rodovia do Contorno, duplicação das avenidas Mansur Frahya, Alcoa, Wenceslau Brás e João Pinheiro desde o Véu das Noivas seguindo pela BR 146 até o Marco Divisório;Francisco Salles no trecho paralelo a rua Marechal Deodoro, desde o terminal urbano até o início da Av. José Remígio Prézzia, a própria avenida que também foi duplicada até a ponte do DER, a construção da trincheira na rua Correia Neto, duplicação da Monsenhor Alderigi, ligação através da Av. Bianucci da zona sul com a zona leste, duplicação da Rodovia 146 etc. etc.

* Nas três últimas administrações, incluindo a dele, nenhuma obra viária de médio ou grande porte foi executada. E por falar nisso, continuam inseridas como projetos no Plano Diretor, já fazem 15 anos, a construção de duas vias estruturais, uma delas ligando a zona oeste a Rodovia do Contorno e a outra na zona leste ligando os bairros até o Jardim Itamarati e Parque Pinheiros.

* Como são duas obras de grande porte, nossos representantes junto ao Governo do Estado, vereador Kleber Silva e André Vilas Boas deveriam deixar de mendigar migalhas e com os dois projetos embaixo do braço sentar praça em BH, trabalhando para conseguir verba para essas obras. Lembrando que boa parte das grandes obras de administrações anteriores só foram executadas porque contaram com ajuda do governo estadual.

* Muito triste a situação que vivemos hoje em Poços de Caldas, cidade que nasceu vocacionada para o turismo, uma das estâncias mais famosas do país e que sempre recebeu de braços abertos os visitantes. Hoje a cidade está fechada para os turistas, temos que desconvidá-los, proibir os hotéis de hospedá-los e quem se atreve a vir ainda é barrado e despachado de volta a cidade de origem. Poços de Caldas, que tem boa parte da sua economia girando em torno do turismo. Nessa triste situação existe apenas um culpado: o maldito vírus que além de matar pessoas está matando também o nosso turismo.

* Após o Ministério Público de Minas (MPPG) ter determinado no início do mês um prazo de 60 dias para que o governo do Estado e a Associação Mineira de Municípios (AMM) chegassem a um acordo quanto ao valor devido referente a repasses atrasados na área da saúde, a entidade protocolou no MP, na Advocacia Geral do Estado e na Secretaria de Estado de Saúde um documento com dados consolidados e extraídos do Portal da Transparência que indicam a dívida em quase R$ 6,9 bilhões até o final de 2020.