Flávio Faria disse que no seu caso nunca houve a discussão sobre suas próprias férias. “Este assunto de férias para mim surgiu mais precisamente em 2020. Quando eu era vereador, no primeiro mandato em 2009, não sei se havia uma orientação do jurídico da Câmara ou da Promotoria, mas revogamos duas leis, do 13º e das férias, então eu vim de um ritmo em que não existia no Legislativo esse tipo de pagamento.

Há um recesso do plenário, mas o Legislativo funciona normalmente. Quando houve um requerimento em 2020 dessa Casa provocando uma questão neste sentido, eu levei um susto”, afirmou Flávio que foi até prefeito Sérgio Azevedo questionado sobre tal prática.

“O prefeito Sérgio informou que existia há um bom tempo, que era um direito e que estava amparado por legislação. Como nunca fui notificado, nunca pensei nesta questão das férias, nunca passou pela minha cabeça. Eu sei que o pessoal tirava férias, colocava outro no lugar, mas nunca tive a percepção que haveria 1/3 de férias, depois tive conhecimento de uma legislação municipal vigente, fui buscar me informar e tem uma decisão datada de 2011 e que foi pacificada em 2017, então isso tudo trouxe uma reflexão, mas até 2020 eu não tinha nenhuma percepção neste sentido. Tanto que vão observar que não há nenhum ofício, nenhuma manifestação da minha parte solicitando férias”, garantiu.