Com a reunião avançando às 10 horas da noite, o único vereador que não abdicou o direito de falar na tribuna na sessão da Câmara de terça-feira foi Claudiney Marques, que voltou a abordar o caso da moção que gerou polêmica e o colocou na mira do corregedor do legislativo.

“Em razão de uma fala minha nesta Casa, houve nestes últimos dias uma tentativa de desmoralização do meu nome. Considero que a desmoralização faz parte, não deveria, daqueles que estão aí em cargos públicos, especialmente em cargos parlamentares”, lamentou o vereador, mas sem identificar quais seriam esses assessores parlamentares que estariam denegrindo seu nome, embora a lógica indique que estava se referindo a assessores de colegas de Câmara.

O vereador defendeu o livre direito de qualquer cidadão fazer uma representação contra algum vereador, porque isso é democrático. Porém criticou o que chamou de um “documento calunioso” protocolado dias atrás na Câmara. “Uma aberração jurídica, dentro do meu singelo conhecimento jurídico. Ao meu ver esta Casa deveria, ficando aqui meu apelo, fazer uma revisão no seu Regimento Interno, porque de alguma forma, algum filtro, algum juízo de admissibilidade após o protocolo para que aberrações jurídicas como estas não cheguem até a mesa diretora e uma leitura pública seja feita contra reputação pública do parlamentar, eleito de uma forma justa e democrática, fique comprometida”, afirmou Claudiney