O vereador Diney Lenon, em resposta, afirmou que o que estava acontecendo naquele momento era um movimento político. Que o projeto tinha passado pela Comissão de Constituição e Justiça e que estava apto a ir a plenário, caso contrário não estaria em discussão. “Pode usar a palavra bonita que for, mas a decisão é política. E eu mantenho a minha posição, não adianta falar que é bonito, tem falar que é a favor”, desabafou.

O vereador Claudiney Marques discordou do petista afirmando que quando a Casa tem uma assessoria jurídica que pondera e norteia os vereadores, para que possam colocar o ‘ciente’ em um projeto, é preciso seguir o parecer. Frente a isto, Claudiney sugeriu um recuo para melhor avaliação do projeto e pediu a retirada do seu nome como co-autoria.