Um negócio de R$ 12 bilhões

Como no jogo de guerra de tabuleiro, o lobby da indústria das armas venceu uma das mais importantes batalhas. Depois de longos 15 anos, os “mercadores da morte”, como são conhecidos na Esplanada os representantes das empresas de revólveres e pistolas, recuperaram um território perdido: o comércio de produtos de calibres leves para o cidadão. O decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro na terça-feira, porém, favorece apenas poucos jogadores nacionais. O maior lance de um mercado avaliado em cifras iniciais em R$ 12 bilhões está por vir: a autorização para que companhias estrangeiras vendam os armamentos em terras brasileiras.

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