A médica clínica e nutróloga, Andrea Almeida Magalhães, participou de forma remota da última sessão da Câmara quando falou sobre o tratamento precoce para covid-19 com o objetivo de minimizar os danos causados pela pandemia. A intenção, segundo ela, é salvar vidas. Para ela, é importante aproveitar a democracia e expor pontos de vista e abrir opções para vencer esta guerra.

Disse que não tem nenhum conflito de interesse político e que seu objetivo é cumprir com o juramento que fez, que é salvar vida. Explicou que faz parte de um manifesto, Médicos pela Vida Covid-19, que conta com mais de 4000 médicos, cujo presidente é o médico Antonio Jordão. “O meu objetivo é esclarecer e não convencer. Colocar propostas e gostaria que todos vocês, incluindo a gestão pública, encarassem que minha intenção é contribuir para que a gente saia disso logo. Não é julgar e muito menos ser a dona da verdade”, afirmou.

Andréa disse que o que a fez participar do manifesto foi a frase “e num momento em que dezenas de milhares de casos surgem todos os dias, não podemos ficar de braços cruzados e deixar de tratar esses pacientes”. Para ela, o tratamento precoce foi politizado, mas a principal arma é o conhecimento e o tratamento precoce é iniciar com as medidas o mais rápido possível para minimizar a replicação viral, utilizando uma combinação de drogas visando reduzir o número de pacientes que progridem para fases mais graves, diminuindo o número de internações, reduzindo a sobrecarga do sistema hospitalar, prevenindo complicações pós infecção e diminuindo o número de óbitos.