Transferência seria ilegal

Mesmo aproveitando o período de recesso legislativo para descansar fora da cidade, o vereador oposicionista Paulo Tadeu continua ligado em tudo que acontece por aqui, inclusive lendo o blog diariamente para acompanhar a movimentação na área politica.

Ontem após tomar conhecimento da declaração do secretário de governo Celso Donato, sobre a intenção do executivo em transferir para os cofres da prefeitura o “lucro acumulado” das empresas de energia elétrica, ou seja, o percentual dos dividendos que por força da lei municipal 111 permaneceram retidos nas empresas para novos investimentos, o vereador encaminhou mensagem ao blog via WhatsApp, afirmando que este tipo de transferência seria ilegal porque ficaria acima do limite máximo estabelecido para distribuição de dividendos de acordo com a que desverticalizou o DME, criando as empresas públicas de energia.

“Tirar dinheiro do DME contrariando a lei municipal é uma tentativa que não causa surpresa. Afinal, esta administração já arrancou impostos desprezando o código tributário de Poços. De um lado revela seu absoluto descontrole administrativo, de outro uma ousadia desesperada de quem fracassou. A arrogância, entretanto, não garante impunidade. Ao DME resta cumprir a lei mesmo se o representante dos acionistas que somos nós não queira fazê-lo”, escreveu o vereador.

 

Devagar quase parando

A operação tapa buracos desenvolvida pela secretaria de obras para recompor o asfalto deteriorado praticamente em toda malha viária na área urbana está devagar quase parando. Pelos lados da zona oeste a buraqueira no asfalto inferniza a vida dos motoristas que são obrigados a um verdadeiro malabarismo na direção para desviar das crateras que estão por todo lado.

Já que a prefeitura não tem dinheiro para fazer um serviço decente, que seria o recapeamento das ruas, poderia, ao menos, tampar os buracos para evitar danos nos veículos.

 

Uma & Outra

Enquanto Poços de Caldas perdeu seis pontos no índice do ICMS Patrimônio Cultural, a cidade de Machado cresceu 33% no mesmo índice. A diferença talvez esteja na falta de gestão da Secretaria de Cultura em Poços que na administração passada tinha à frente o professor João Alexandre Moura, o mesmo que responde hoje pela Secretaria de Cultura na prefeitura de Machado. Por aqui até o cargo de secretário está vago desde a saída do titular Hudson Vilas Boas.

Fechar Menu