O secretário de Defesa Social, Rafael Tadeu Conde de Maria, informou que a respeito do transporte de pessoas com deficiência o sistema foi projetado neste novo modelo de transporte de concessão pública com base nos dados coletados e repassados pela Circullare. Que se forem demandadas mais viagens, mais veículos, é possível de acontecer ao longo do contrato com a próxima empresa, mas que entra na conta tarifária.

Para ele, seria interessante que um membro da comissão de licitação entrasse naquele momento na audiência para explicar com maiores detalhes este tema. Sobre os valores questionados por Waldir Inácio, o secretário disse que é preciso levar em consideração que todo o projeto de licitação foi feito em 2019, quando não havia a pandemia, mas agora o cenário mudou e se fosse feito um projeto novo provavelmente a conta seria diferente. Mas que a Floramar precisa iniciar com tarifa de R$ 4,00, conforme ficou estipulado no edital. Quanto ao meio passe, Rafael explicou que as legislações que o concediam, até a publicação do edital, seriam absorvidas. Desta forma vai ser cumprido, contudo a ampliação de gratuidade não seria abrangida.