Sobre a troca de corpos no fim de semana, o secretário de Serviços Públicos, Antonio Donizetti Albino, explicou que a funerária é acionada para buscar os corpos que estão no hospital, que tem seu protocolo de covid, sendo lacrados todos os caixões, sem que o agente funerário tenha acesso a eles.

“Existe uma etiqueta que identifica os corpos e o agente funerário vai pela etiqueta, porque não tem acesso ao corpo. Ele pega a etiqueta, põe o corpo no carro e leva para ser sepultado e foi o que o agente funerário fez. A identificação não estava correta de acordo com o que estava no saco de corpos lacrados”, justificou o secretário.

Já por telefone, em entrevista a TV Poços, o hospital Santa Lúcia informou seguir o protocolo de identificação de cada paciente vítima de covid 19 e que cabe a funerária fazer a checagem antes da remoção do corpo. Todo o caso vai ser investigado pela Prefeitura.

Uma senhora, de 78 anos, residente em Poços, faleceu de Covid na sexta-feira. No dia seguinte, um senhor, de 51 anos, residente na cidade de Arceburgo, que estava internado no mesmo hospital também faleceu do mesmo mal. O corpo deste senhor foi sepultado como sendo o da moradora de Poços. Descoberto o erro pelo agente funerário que veio daquela cidade para transportar o corpo do senhor falecido, o corpo teve que ser exumado.