A reunião foi paralisada para consulta à assessoria da Câmara e no retorno o presidente da CPI, vereador Tiago Braz, não informou o que foi dito pela assessoria, mas Diney informou que nos bastidores os vereadores da situação haviam manifestado que iriam votar contrário. “Eu queria saber se vocês leram o requerimento?”, questionou Diney.

Claudiney respondeu que não tinha lido, mas que estava analisando a inclusão dos servidores no pedido. A mesma resposta foi dada pelo vereador Pastor Wilson que explicou que a CPI já está com uma pauta bem extensa quando se trata dos agentes políticos e que abrir mais este leque só dificultará na condução dos trabalhos. “É possível analisar um livro pela capa, pelo título? Causa-me estranheza os vereadores da base do prefeito, numa CPI que investiga possíveis irregularidades praticadas pelo prefeito, assumirem um posicionamento contrário a um requerimento, sem terem lido o documento.Há uma expectativa da população que possamos averiguar se houve irregularidade, se houve pagamento indevido e podemos abrir um leque de possibilidades de coisas que podem ter ocorrido, inclusive atos extremamente legalistas, sem nenhum erro. Mas podemos, também, encontrar irregularidades, imoralidades. E a população que votou nos vereadores que estão nesta Casa, que fazem parte desta CPI, espera que tenhamos um posicionamento para investigar o que pode ter acontecido”, defendeu Diney.