No passado, segundo o secretário, o município tinha um passivo grande de pessoas que entravam no Refis ou parcelavam dívidas na Prefeitura, pagavam uma parcela e o documento que necessitavam eram liberados, mas não pagavam as outras parcelas. Quando precisavam do documento novamente, parcelavam e de novo pagavam apenas uma parcela.  Isso acabou gerando até contratempo judicial, porque os procuradores da Prefeitura entravam na Justiça, o devedor quitava uma parcela e o processo era retirado, mas a dívida não era paga após a retirada. A partir dai o município passou a agir como a Receita Federal, se o contribuinte fizer um parcelamento sem problema, mas se for reparcelar será exigido o pagamento de 20% da entrada sobre o débito total.

“O Refis não entra nesta questão, os convencionais sim. Fizemos isso para moralizar o trâmite e está tendo uma boa aceitação. As pessoas têm compreendido e se programam melhor para evitar este tipo de coisa”, explicou o secretário Alexandre Lino.