MP manda averiguar denúncia de poluição

 

Sempre atendo aos assuntos que dizem respeito a 2ª. Promotoria de Justiça do Ministério Público da Comarca com respeito ao meio ambiente, o ilustre Promotor de Justiça, Dr. Sidnei Boccia Pinto de Oliveira Sá, após tomar conhecimento, através de nota publicada pelo blog, sobre poluição na zona Oeste, causada por usina de asfalto da Construtora Etapa, determinou a instauração de ficha de atendimento.

O promotor determinou ainda para que seja notificado o Departamento de Meio Ambiente da Prefeitura Municipal e a P.M.M.A. sobre a reclamação, requisitando que seja feita uma fiscalização no local no prazo de até 30 dias para analisar se a referida denúncia tem fundamento. Moradores de bairros vizinhos a empresa estão sendo prejudicados pela poluição causada pela usina que funciona, normalmente, nas primeiras horas da manhã.

 

Novo local

Desalojados do coreto na Praça Paulo Afonso Junqueira, na Vila Cruz, que foi cercado com placas de madeirite, o grupo de desocupados que “morava” ali, arrumou um novo local para dormir. Transformaram em dormitório a marquise na entrada da APAE que fica na mesma praça e durante o dia permanecem abrigados na fonte luminosa que está desativada.

Ontem pela manhã, dia de feira, lá estavam eles, fazendo algazarra e perturbando os feirantes e também quem atravessava a praça para fazer compras. Segundo um feirante, não adianta oferecer serviço porque “eles fogem do trabalho como o diabo foge da cruz”.

Houve época neste país em que pessoas nessas condições e aptos ao trabalho eram processadas por vadiagem. Lembram?

 

Traslados de poços-caldenses

A respeito a campanha para angariar recursos para que a família da jovem Estefani, que tirou a própria vida na Espanha, onde residia com familiares, a ex-vereadora Regina Cioffi lembra que em meados de 2008, quando cumpria o seu primeiro mandato no legislativo, apresentou um anteprojeto para que o município arcasse com o translado dos poços-caldenses que falecessem fora do país.

Explica a ex-vereadora, que de acordo com as normas propostas, antes seriam feitas diligências para uma triagem social para averiguar as condições sociais da família.“Afinal de contas muitas famílias e pessoas saem de Poços buscando trabalho e uma vida mais digna”, justificou a vereadora. “Esse anteprojeto que considero importante, poderia servir agora, na triste condição em que se encontra esta família”, disse.

“Por falta de vontade politica, a proposta de minha autoria até hoje se encontra adormecida em alguma gaveta do executivo”, completa a ex-vereadora.

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