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A Ouvidoria do Ministério Público de Minas Gerais ao receber denúncia parecida referente ao que está sendo investigado pela CPI da Saúde, da Câmara Municipal, considerou que o tema é afeto a investigação do Legislativo Municipal e que criar duas frentes investigativas apenas vai resultar em maior angústia ao cidadão e impedi-lo de ofertar uma boa defesa, tendo em vista que pode resultar em diversos gastos que não seriam necessários se houver apenas uma fonte de investigação.

O despacho, assinado pelo promotor Renato Maia, foi que para não haver a duplicidade de expediente que se encaminhe o procedimento para que a “Casa do Povo” tome à frente das investigações e após seu término seja encaminhado ao MP, se for o caso, para que as medidas adequadas sejam tomadas.