Movimento controlado

Na última sexta-feira, o presidente Jair Bolsonaro foi finalmente convencido sobre a necessidade de integrar os discursos de governo. E, por mais inusitado que pareça, o plano está mais próximo do democrata Barack Obama do que do republicano Donald Trump, um dos ídolos declarados do capitão reformado.

O argumento dos conselheiros diretos do presidente foi simples: discursos e imagens propagados nas redes humanizaram Bolsonaro na campanha, mas já não serviam tanto como antes. Usar a internet foi uma cartada para aproximar o ex-deputado do eleitor. Passadas as eleições, os movimentos nas redes, porém, deveriam ser mais controlados e integrados.

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