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O secretário de Saúde, Carlos Mosconi, e a adjunta Rosilene Faria, atenderam a solicitação do prefeito Sérgio Azevedo e recuaram no pedido de afastamento dos cargos, feito na semana passada. Na ocasião, ambos justificaram a medida para dar transparência ao processo da CPI em andamento na Câmara Municipal.

Em entrevista à Rádio Onda Poços, Mosconi afirmou que no final do ano passado, quando a Covid já estava em uma fase mais tranquila, manifestou ao prefeito sua vontade de pedir demissão para descansar, mas que o prefeito pediu que ele permanecesse no cargo.

“Eu resolvi ficar e veio uma nova onda da Covid em janeiro e fevereiro. Ficamos, trabalhamos demais, depois veio a CPI eu falei que somando tudo isto que eu estou vivendo, esta tensão que passamos nestes dois anos e meio e mais as questões na CPI, achei que era melhor sair, deixar o campo aberto para não haver dúvida nenhuma”, informou o secretário.

Ele declarou ainda que não tem nenhuma dúvida quanto a legalidade dos atos praticados na secretaria, que é muito confiante, porque seu pessoal é bom de serviço e que as “coisas transcorreram dentro da maior normalidade”, mas que, talvez seria melhor “deixar a porta aberta” para ele e a Rose tomarem outro rumo.

“Vou tirar um afastamento de 30 dias para poder descansar na companhia da minha esposa, da minha família, mas mantenho minha posição na secretaria junto com a secretária adjunta”, garantiu Mosconi.