Mosconi lembrou que no início da pandemia a ocupação de leitos era, na sua maioria por idosos, mas que hoje isto mudou. “A incidência maior nos leitos é de pessoas na faixa de 50, 40 anos. Estamos vendo pessoas de 27 anos, de trinta e poucos anos morrendo nas UTIs. Se isso não é capaz de comover as pessoas, o que será capaz?”, questionou.

O secretário afirmou que o poder público tem suas limitações e está fazendo o que é possível fazer. Garantiu que a questão da economia está sendo levada em consideração, porque, caso contrário, fechava-se tudo. “Algumas cidades de São Paulo estão fechando tudo. Araraquara fechou há dois meses e está fechando de novo. Nós aqui não queremos fazer isto. Estamos diminuindo horário, fechando no final de semana, o que é uma coisa gradativa, não é radical, é ponderada”, analisou.