Lá e cá…

O governo federal analisa a possibilidade de enxugar o gasto com a máquina pública com uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que se for aprovada vai permitir o afastamento de servidores públicos federais. Mais de 21 mil cargos de livre nomeação já foram extintos pelo governo Bolsonaro. O governo também não quer fazer novos concursos para preencher vagas abertas com a aposentadoria de servidores.

No governo estadual, Romeu Zema deixou de preencher centenas de cargos e através de uma proposta para reformulação da máquina pública analisa a privatização de empresas públicas do estado mais a eliminação de cargos de confiança tanto no governo como nas estatais.

Em nível municipal, o prefeito Sérgio Azevedo, que havia prometido fazer a mesma coisa, até agora não tomou nenhuma iniciativa e a proposta de reforma administrativa, ao que parece não sairá do papel. Segundo declaração do próprio prefeito ela já pensa em nomear um substituto para o lugar do secretário Hudson Vilas Boas, demissionário da Cultura e já prepara também o retorno do ex-deputado Carlos Mosconi ao comando da secretaria de saúde.

Segundo palavras do secretário de governo Celso Donato, no programa “Poços em Debate”, vários concursos para contratação de novos servidores aguardam apenas o envio de um projeto de lei para o legislativo, instituindo o regime estatutário.Ou seja, além de não enxugar cargos, a administração tucana prepara novo inchaço da máquina.

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