Fundo de participação aumentou 6,48%

 

 

Se a Prefeitura de Poços de Caldas não estivesse com as contas tão descontroladas e uma dívida consolidada, aquela que compreende os compromissos de exigibilidade superior a 12 meses, contraídos para atender a desequilíbrio orçamentário ou a financiamento de obras e serviços públicos, além da dívida com o INSS que segundo consta, já passou dos R$ 70 milhões,   teria engordado seus cofres nestes primeiros seis meses do ano com R$ 34,9 milhões, referentes aos repasses do Fundo e Participação dos Municípios (FPM).Um aumento de 6,48% em comparação com o mesmo período do ano anterior.O problema é que grande parte desse recurso ficou retido pelo governo por causa das parcelas de dívidas de longo prazo.

Entre as seis maiores cidades da região sul, Poços foi a que mais recebeu e que teve o maior aumento comparado ao mesmo período do ano anterior. Pouso Alegre ficou com R$ 33,6 milhões; VarginhaR$ 22,6 milhões; Passos R$ 20,1 milhões; Lavras R$ 20,1 milhões e Itajubá R$ 18,8 milhões.

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