Naldoni informou que São 29 fisioterapeutas trabalhando no sistema público municipal, além de outros 5 profissionais terceirizados no Hospital de Campanha, além do suporte que é dado na UPA.  No hospital Santa Lúcia são vários fisioterapeutas, mas ainda faltam profissionais, segundo ele. O motivo é a falta de mão de obra qualificada, porque o serviço de UTI de terapia intensiva hospitalar de urgência e emergência se o profissional não souber o que está fazendo, eventualmente pode até matar um paciente. “Tem que ser um profissional bem treinado, bem específico para aquela área, com bastante prática e experiência. Infelizmente, este tipo de profissional é muito raro. Dados do Conselho Regional de Fisioterapia apontam que os especialistas em carga respiratória e UTI são apenas 2%”, garantiu Naldoni.