Em busca do novo

Um grupo de empresários da cidade, junto com lideranças de classe e formadores de opinião e também maçons, está se movimentando, faz algum tempo, organizando reuniões em residências dos participantes, para trocar impressões sobre o momento político nacional, estadual e, principalmente, municipal.

As conversas sempre convergem para um ponto em comum: a necessidade de dar um upgrade na política sulfurosa com pessoas que demonstrem capacidade e condições de recolocar a cidade no caminho do progresso e do desenvolvimento, para que o município volte a figurar como uma das cidades mais importantes da região e também do estado.

A movimentação pode ser encarada como um reflexo das eleições de Bolsonaro na Presidência e Zema no Governo do Estado que foram eleitos dentro de uma nova proposta para a política. A intenção dos líderes desse movimento é buscar também um nome novo, com novas ideias, capacidade de aglutinação e competência administrativa, e sem nenhum vínculo com a velha política que inclui no mesmo balaio ex-prefeitos, ex-deputados, ex-vereadores e até mesmo os atuais detentores de cargos eletivos cujo trabalho não vem agradando.

Ontem à noite, a residência de um grande empresário na cidade serviu como ponto de encontro para essas lideranças que desejam o fim da mesmice com algo novo que possa liderar um trabalho rumo a uma nova Poços de Caldas.

Nesse contexto, dois nomes tem sido citados nas reuniões, um deles o Coronel PM reformado, Frederico e o outro, o engenheiro Cícero Machado de Morais. Nas conversas em off, nenhum dos dois nega o desejo de contribuir para que o município reconquiste sua liderança e capacidade de investimento.

Não existe nada fechado e outros nomes devem emergir destas reuniões. No entanto, o fato mais importante e positivo que merece ser destacado é o despertar dessas lideranças para o fato de que a cidade não caminhando bem, o prejuízo se torna coletivo e nessa condição, todos perdem.

A movimentação serve também de acerta para aqueles que estão e desejam continuar no poder e para aqueles que lá estiveram e hoje fazem parte de um passado que a população não deseja ressuscitar.

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