O presidente da Associação dos Motoristas de Transporte Escolar, Rogério BerliniMaiochi, a categoria foi uma das mais afetadas, porque com a pandemia parou primeiro e vai voltar por último. “Hoje nossos motoristas estão se virando e vivendo de bico. Trabalhando de pedreiro, pintor, fazendo serviços para sobreviver e muitos venderam as vans e não voltam mais. Teve caso de banco tomar a van do transportador porque não teve como ele pagar a parcela. É uma realidade dura”, garantiu.

Segundo ele, com o retorno das aulas é provável que poucas vans voltem a trabalhar, porque não há alunos, os pais estão preocupados porque as crianças estão sem vacina e muitos não estão querendo mandar os filhos para a escola neste momento. “Pode ser que mais para frente, com o passar do tempo, os pais vão vendo que há uma segurança e pode mandar, mas isto de forma gradativa. Creio eu que o transporte escolar volta a sua normalidade a partir de 2022”, afirmou.