O vereador Roberto dos Santos disse que se sensibiliza ao ver moradores em situação de rua e que é procurado, na sua igreja, por alguns que pedem socorro, mas que arruma internação, mas que muitas dessas pessoas se recusam a ir para o abrigo.

“Quando a pessoa é dependente química é muito inconstante, oscila muito o pensamento, um dia ele procura e diz que precisa de ajuda e quando consegue a vaga, não quer mais e não se levá-la de maneira forçada, tem que ser de livre vontade”, disse o vereador, que defendeu o combate àqueles que fornecem as drogas. “Tem que combater de maneira dura, severa, porque se tem o consumidor, tem alguém fornecendo”, afirmou.

Sobre o assunto, a vereadora Regina Cioffi afirmou que se tratam de pessoas doentes. “Estão com doença física, mental, psíquica e espiritual. A dependência química é o mal do século, destrói a pessoa e a família. Acho que o que precisamos ter aqui, conforme a propositura que fiz em legislação passada, é um centro municipal de atendimento a dependentes químicos para que estas pessoas possam ser acolhidas em todos os aspectos”, defendeu.