Difícil de entender…

Cada dia está mais difícil de entender a lógica desta administração. Senão vejamos, a culpa por toda essa crise financeira que vive o município, inclusive o decreto de calamidade financeira é jogada na falta de repasses do governo do estado para o município.

Fala-se em algo em torno de R$ 90 milhões de repasses em atraso,sendo que R$ 50 milhões seriam da saúde para os hospitais e não para a prefeitura.Por esse motivo a prefeitura não vem repassando dinheiro para o IASM, recolhendo a parte patronal do INSS e até deixando de pagar empresas prestadoras de serviço, aluguéis, fornecedores, etc. etc.

O argumento, no entanto, cai por terra quando se fica sabendo que nestes dois anos, o DME já repassou para os cofres do município algo em torno de R$ 100 milhões, um dinheiro que durante a campanha o chefe do executivo dizia que usaria apenas para investimento em novas obras.

Como as novas obras não existem, a dedução lógica é que o dinheiro serviu para(mais uma vez) cobrir rombo com despesas de custeio, Então, porque a crise se o recurso do DME cobriu o calote do governo do estado?

Sem falar no reajuste do IPTU pelo índice de novembro de 2018, que foi um dos mais altos do ano, a transferência de 30% dos fundos para o caixa geral, cobrança do ITBI pelo valor de mercado e mais uma série de medidas tomadas para engordar o caixa geral da prefeitura.

Pela lógica, deveria estar sobrando dinheiro. Ou não?

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