* Mesmo com ajuda da prefeitura, que no ano passado injetou R$ 750 mil em subsídio, a empresa Expresso Planalto, que explora o transporte coletivo na cidade de Pouso Alegre já comunicou ao prefeito Rafael Simões que a partir do dia 1.o de julho dará início a suspensão de linhas para reduzir o prejuízo causado pela queda de 50% no número de passageiros.

* Problemas semelhantes vivem boa parte das cidades de porte médio no país.  Na região sul-mineira, em recente reunião, prefeitos de Pouso Alegre, Varginha, Itajubá e Poços de Caldas analisaram o mesmo problema. A passagem paga hoje pelos usuários do transporte coletivo em Pouso Alegre está em R$ 3,90, enquanto que em Poços de Caldas a tarifa custa R$ 4,00 e em Varginha R$ 4,20.

* “Caso o município não apresente uma saída, a única alternativa para garantir a manutenção do serviço será o aumento do valor da tarifa ao usuário, que poderá custar cerca de R$ 8,25 e, também, a redução de diversas linhas”, informou a direção do Expresso Planalto ao prefeito de Pouso Alegre.

* Se a prefeitura, conforme prometeu o prefeito Sérgio Azevedo no início do seu primeiro mandato, tivesse instituído o regime jurídico estatutário para os servidores municipais hoje a Prefeitura já estaria com um regime próprio de previdência, interrompendo o recolhimento para o INSS de parte dos seus servidores, a não ser daqueles que continuariam ainda regidos pela CLT. E com a proibição de o servidor continuar na ativa após aposentar-se pelo INSS, muitos servidores, com certeza teriam migrado para o novo regime que oferece mais vantagens na hora da aposentadoria, uma delas, um salário maior para aqueles que recebem menos de R$ 4 mil mensais.

* Em quase todas as entrevistas que concede, a secretária Ana Alice de Souza, servidora de carreira da prefeitura e titular da Secretaria de Administração, diz que a aprovação do regime estatutário é a saída para uma série de problemas e que será bom tanto para a prefeitura como para o servidor. Infelizmente, até agora o novo regime está apenas na promessa, assim como tantos projetos anunciados na primeira gestão e que não saíram do papel.

* Mais um posto de saúde foi invadido por ladrões na noite de sábado para domingo desta feita o PSF do Parque Esperança II, situação que se repete quase toda semana em outras unidades de saúde e também nas de ensino da rede pública. Apesar de já aproada pela Câmara Municipal, até agora a administração não instalou as câmeras de monitoramento para melhorar a vigilância dos prédios públicos.