* Como o blog antecipou, do programa “Recupera Poços”, lançado ontem pelo prefeito junto com os vereadores e dirigentes do DME, constam além da criação do auxilio emergencial, recursos para socorrer pequenos empresários com empréstimos a juro zero; subsídio para o transporte público no valor de R$ 350 mil; vale merenda no valor de R$ 70 para alunos da rede pública; obtenção de CND para o município; criação de cinco leitos de UTI no hospital Margarita Morales e ainda obras na área de saúde para construção de novas unidades de atendimento.

* Bom, faltou apenas recurso para a construção de um monumento a ser colocado na Praça Pedro Sanches, em homenagem ao nosso “Santo DME”, que vem salvando a pátria nas últimas administrações, quer seja no socorro aos rombos financeiros da prefeitura ou no financiamento de obras e programas municipais.

* Apesar de estar agendado para ser lançado ontem à tarde, faltou pouco para o anúncio do “Recupera Poços”, não ser adiado, isso porque o secretário de saúde Carlos Mosconi, ao tomar conhecimento do programa entrou no circuito e exigiu que sua pasta também fosse beneficiada com recursos para a criação de novos leitos de UTI além de obras para 3 postos de atendimentos para pacientes com Covid-19 nas zonas sul, leste e oeste, mais reformas de alguns PSFs.

* Embora a vereadora Regina Cioffi tenha dito que os comunicados publicados nas redes sociais em nome da Circullare, na sexta-feira, tenham sido fakes News por divulgar aprovação do subsídio para o transporte coletivo, o anúncio feito ontem pelo prefeito sobre o programa “Recupera Poços”, confirma que as informações eram sim verdadeiras e não simples fakesnews. O detalhe mais interessante é que o compromisso constou do acerto com a empresa para continuar operando o serviço por mais seis meses em caráter emergencial, antes mesmo de ser aprovado pelo legislativo.

* Tudo pela reeleição. Único governador eleito pelo partido Novo na eleição de 2018, Romeu Zema trabalha para continuar à frente do governo por mais um mandato e já fala até em alterar a estratégia para aumentar as chances de reeleição. Ao invés de repetir candidatura apenas pelo Novo, Zema já admite ser candidato por uma ampla coligação partidária que incluiria legendas como PP e PSDB, partidos mais próximos do governo, podendo ampliar o leque também com PP, PSC, Avante, Podemos e Solidariedade.

* A coligação valeria apenas para a candidatura ao governo, até porque a lei agora impede as coligações proporcionais e nesse caso, os partidos terão que trabalhar de forma isolada para eleição de deputados e senador. Mas isso não vai impedir o que nos bastidores da politica é chamado de coligação “branca”, aqueles acordos que não são oficiais.