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Na manhã desta terça-feira, 29, o plenário do CNJ decidiu pela abertura de um PAD (Processo Administrativo Disciplinar), contra a juíza de Direito Tereza Conceição Lopes de Azevedo, que por muitos anos atuou no Fórum de Poços de Caldas, acusada de praticar assédio moral e ter conduta “nada ortodoxa” no exercício de suas funções. O relator do caso foi o corregedor nacional de Justiça Luis Felipe Salomão.

Segundo os autos, a magistrada teria tido conduta desrespeitosa e grosseira ao impor diversas regras, fazer críticas excessivas aos servidores e pressionar advogados.

A defesa da juíza, por sua vez, classificou Tereza como uma pessoa “firme” e disse que em 40 anos de magistratura nunca sofreu um PAD.

Em seu voto, o relator Salomão concluiu que a suposta inadequação da conduta da juíza indica a necessidade de instauração de um PAD, sem afastamento das funções.

“Depoimentos são harmônicos e convergentes no sentido de que é imperiosa a apuração dos fatos.”

A decisão foi unânime https://www.migalhas.com.br/quentes