Questionada sobre as vagas destinadas às mulheres durante a campanha eleitoral, Yula as definiu como “candidaturas laranja” e lembrou que pela legislação 30% das vagas precisam ser ocupadas por mulheres. “Mesmo assim, quando elas são impostas, às vezes, é até esposa de alguém, prima, eles sempre colocam alguém para que possam preencher o espaço”, afirmou.

Para ela, trata-se de um problema estrutural do país e um processo de amadurecimento. Yula afirmou que como candidata sofreu violência política de pessoas que a questionavam se não devia ser vice, se não deveria estar em casa, o que uma mulher estava fazendo para ser candidata majoritária, que devia ser vereadora, que mulher é para ser vereadora e não prefeita, que mulher não tem capacitação.

“Na campanha eu tive que demonstrar, várias vezes, que eu me preparei para isso. Que eu estava sabendo onde estava”, afirmou Yula.