Caminhoneiros divididos

Às vésperas da mobilização anunciada por caminhoneiros contra os preços dos combustíveis e o descumprimento da tabela de frete mínimo, o que se vê é uma categoria dividida entre fazer um protesto pontual ou uma greve que paralise o Brasil nos moldes do que ocorreu no ano passado. As conversas nos vários grupos de WhatsApp – a alguns dos quais o Estado de Minas teve acesso – mostram um racha político: quem é contra o movimento é classificado como defensor do governo de Jair Bolsonaro, enquanto aqueles que defendem a greve são acusados de apoiar a esquerda e querer desestabilizar o Palácio do Planalto.

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