O grande problema nas aulas remotas, segundo explicação da secretária Maria Helena Braga, da pasta da educação, são aqueles alunos que não possuem celular ou internet. A secretária disse que este percentual não chega a 10%, embora para ela seja um número expressivo. Nesses casos as aulas são enviadas aos alunos impressas, com a família indo buscá-las uma vez por semana. “Estamos conseguindo bons resultados. Estamos também com a busca ativa, porque tem aluno que sumiu. No ano passado entramos na busca ativa e trouxemos para a escola 493 alunos, que estavam fugidos da escola. Fizemos a recuperação desses alunos, os que puderam avançar, avançaram, os que não puderam estão sendo recuperados”, garantiu ela.