Atenção, pais: chegou a hora do Cadastro Escolar

Julho é mês de cadastramento escolar para crianças, jovens e adultos que desejam ingressar na rede pública de Ensino Fundamental, no município de Machado, em 2020.

O cadastramento vale para alunos ainda não matriculados na rede pública de Ensino Fundamental e que irão iniciar a alfabetização no próximo ano ou para aqueles que atualmente estudam em escolas particulares. O procedimento é fundamental e essencial para que os estudantes garantam sua vaga na rede de ensino de Machado no ano que vem.

O cadastro de crianças e jovens (menores) deverá ser feito pelos pais ou responsáveis legais maiores de 18 anos. Jovens e adultos com idade igual ou superior a 18 anos poderão realizar pessoalmente seu próprio cadastramento.

O cadastro garante, além da vaga para o próximo ano letivo, que o aluno será devidamente matriculado em uma escola da rede pública próxima ao seu endereço de residência.

Quem poderá se cadastrar:

  • – Crianças com 6 anos completos ou que irão completar essa idade até 31 de março de 2020;
  • – Alunos vindos de outras localidades ou transferidos de escolas particulares;
  • -Alunos que se encontram fora da escola;
  • -Candidatos ao EJA (Ensino de Jovens e Adultos).

Onde e quando se cadastrar:

O cadastro teve início na última quarta-feira (03) e vai até dia 12 de julho. É importante que os pais e responsáveis não deixem para realizar o cadastro na última hora, pois, a data limite não será prorrogada.

O local de atendimento para realizar o procedimento é: UAITEC de segunda a sexta, das 7h30 às 17h.

 

MP pede prisão de Pimentel

O Ministério Público Eleitoral de Minas Gerais pediu à Justiça em Belo Horizonte a prisão do ex-governador Fernando Pimentel (PT) pelo crime de falsidade ideológica para fins eleitorais, além do pagamento de uma indenização aos cofres públicos no valor de R$ 5 milhões.

A ação penal contra o ex-governador Fernando Pimentel é um dos processos em desdobramento da operação Acrônimo, desencadeada em 2014 pela Polícia Federal e que tem o petista como o principal investigado.

Segundo acusação do MP, Fernando Pimentel omitiu R$ 1,4 milhão de sua prestação de contas da campanha de 2010, quando se candidatou ao Senado.

O valor teria sido usado para quitar despesas com a empresa Pepper Comunicação Interativa Ltda, contratada pelo petista para prestar serviço de comunicação digital. Apesar de ter declarado um gasto oficial de R$ 10 milhões, Fernando Pimentel não conseguiu se eleger senador, mas acabou vencendo a eleição de 2014, quando virou governador. O processo veio para primeira instância em Belo Horizonte depois de Pimentel perder o foro privilegiado do cargo de governador.

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