Anormalidade na barragem

O geólogo da Vale Cesar Augusto Paulino Grandchamp admitiu em depoimento à PF que recebeu no dia 10 de janeiro um e-mail que demonstrava anormalidade na leitura de um equipamento que mede a pressão nas barragens de rejeitos, da Mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho. O rompimento da estrutura aconteceu 15 dias depois. De acordo com o geólogo, não é “normal” que até o dia 25 de janeiro, quando ocorreu a tragédia, nenhuma providência tenha sido tomada pela Vale.

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