Questionado pelo relator se por algum momento chegou a acumular férias, Eduardo disse que o pagamento não, mas o gozo, sim. “É muito comum que os cargos comissionados acumulem o gozo de férias, o pagamento é mais difícil, porque a gente sempre procura orientar, principalmente se for servidor de carreira, para que tire suas férias, que pelo menos a receba dentro do prazo. Embora sejamos servidores somos regidos pela CLT, diferente dos servidores desta Casa que são todos estatutários, na Prefeitura todos são celetistas. A CLT não permite o acúmulo de períodos de férias sem que haja uma indenização”, explicou.