Ações conjuntas para pessoas em situação de rua

Afinar fluxos de trabalho e discutir estratégias mais assertivas para apoio e suporte, especialmente na etapa pós-internação de dependentes químicos: estes assuntos vem sendo discutidos conjuntamente pelas equipes da Saúde e da Promoção Social. Encontros realizados semanalmente são frutos de várias conversas anteriores que visam a implementação de uma abordagem intersetorial da pessoa em situação de rua, para triagem e encaminhamentos mais assertivos, especialmente de dependentes químicos.

“Nem todos os casos vão para a internação porque ela não é o único caminho e demonstrar isso à sociedade é uma luta de muitos anos que continua. Mas quando a internação é necessária, ela precisa ser feita em um local adequado e com a estrutura correta, para termos a segurança do que está sendo feito com o paciente e de que maneira está sendo feito e essa é uma preocupação nossa, a cada encaminhamento que fazemos. Este acompanhamento inclui o trabalho de profissionais como enfermeiros, médicos, assistente social, psicólogo, oficineiros e pedagogo, além dos atendimentos que eles recebem periodicamente fora das unidades. Quando o paciente recebe a alta, normalmente ele perde essa referência toda e a ampliação deste cuidado, neste período de desinternação visa evitar isso, trazendo mais efetividade ao tratamento”, afirmou a coordenadora do CAPS AD, Stela Marys Baldon.

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