A Itália no Sul de Minas começa nesta quinta

Começa nesta quinta-feira e vai até o sábado o evento “A Itália no Sul de Minas”, que tem o objetivo de celebrar a cultura italiana em Poços e região. Na programação, música, cinema e palestras dão o tom da iniciativa.

Na quinta-feira às 19h30, no Teatro Benigno Gaiga, na Urca, acontece a apresentação da Orquestra de Cordas do Conservatório Musical, com a presença do maestro Rafael Sisti e da cantora italiana Charlote Mello, que executarão músicas italianas. Os ingressos custam R$20 e já podem ser adquiridos na Pesos e Medidas (Rua Santa Catarina -18), Hotel San Thiago (Rua Minas Gerais 539) ou na hora do evento (sujeito a lotação).

Na sexta-feira com entrada franca, acontece no pátio da Fepasa (Praça Paul Harris S/N), às 19h30, a sessão de cinema italiano, com o filme Startup. Fechando a programação, no sábado (27), também com entrada franca, acontece uma rodada de palestras na Câmara Municipal. Às 15h, acontece a palestra “Imigração Italiana”, com o historiador VirgínioMantesso Neto. Em seguida, às 17h, é a vez da palestra “Sobrenomes Italianos”, com o sociólogo Daniel Taddone. Das 18h30 às 19h30 haverá uma roda de perguntas com os palestrantes.

O evento é uma realização do Círculo Ítalo Brasileiro do Sul de Minas, com apoio do Consolado d’Itália em Belo Horizonte, Secretaria Municipal de Turismo , Hotel San Thiago, e Vilamonge Café.  A presidente do Círculo Ítalo Brasileiro, Elaine Piva, explica que a ideia do evento foi fazer alguma coisa que não estivesse ligado só a gastronomia italiana e sim mostrando um pouco da cultura e das raízes daquele povo.

“A intenção a princípio era desvincular um pouco a Itália só da comida, só da gastronomia, que é importante também, mas, no nosso caso aqui, os descendentes precisam conhecer um pouco como aconteceu a imigração  aqui na região, principalmente aqui na nossa cidade e como aconteceu a imigração italiana de modo geral no Brasil, a origem dos sobrenomes, a forma de como eles são regionais. Então, foi uma maneira de fazer com que as pessoas conheçam um pouco da própria história”, explica Elaine.

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