* E pelo visto vai continuar onde está, isso porque o secretário de planejamento Antonio Carlos Alvise e a ex-secretária, Cibele Benjamin devem ser convidados a se reunir com os vereadores e ouvir deles algumas dúvidas e sugestões para alteração do projeto. Até uma nova audiência pública deve ser agendada, mas o projeto não sofrerá muitas, ou talvez, nenhuma alteração. Cumprido esse ritual, a proposta será aprovada e encaminhada ao executivo que deve contratar uma empresa para aí sim, elaborar um novo Plano Diretor.

* A verdade é que a revisão do Plano Diretor está atrasada em mais de 10 anos, uma vez que esta revisão deve se dar a cada cinco anos. Como este plano foi elaborado na segunda gestão do prefeito Sebastião Navarro, já fazem 13 anos que não passa por nenhuma revisão a não ser com alterações pontuais que fizeram dele uma verdadeira colcha de retalhos.

* O correto seria não fazer a revisão da revisão, mas sim, um novo Plano Diretor e ao mesmo tempo uma nova lei de uso e ocupação do solo, até porque uma coisa está atrelada a outra. Antes disso, porém existe a necessidade de se elaborar um novo e completo diagnósticoda cidade, para aí sim, nortear a elaboração da nova lei.

* O chefe do executivo está no caminho certo quando procura estreitar o relacionamento com Jundiaí, nossa cidade-irmã, considerada como um município exemplar, com uma administração de primeiro mundo. Só que para chegar onde está foram necessárias várias administrações, boa parte delas com prefeitos do PSDB. Nosso prefeito tem prometido ao final deste seu segundo mandato entregar para o seu sucessor, uma prefeitura moderna e eficiente, nos mesmos moldes da cidade-irmã.

* Varginha inaugurou ontem o prédio do seu novo Fórum, investimento de R$ 24 milhões, após 2 anos e 5 meses de obras. Por aqui, a novela para a construção de um novo Fórum teve início no segundo governo do prefeito Navarro (2005/2008), já dura 13 anos e a obra está parada, sem prazo para recomeçar. Bons tempos aqueles em que a cidade era admirada e reconhecida como a capital do sul de Minas, quando as coisas aconteciam e não ficavam apenas no lero-lero.