* O TV Globo decidiu antecipar o final da novela “Nos Tempos do Imperador”, mesmo com ela tendo alcançado boa audiência. A previsão é de que o último capítulo vá ao ar no dia 4 de fevereiro de 2022. Com mais de 100 capítulos, a novela que substituirá a atual terá cenas que nos próximos dias começarão a ser gravadas em Poços de Caldas. A nova novela terá enredo focado na década de 1940.

* O secretário de Obras, José Benedito Damião, garantiu ontem que a nova creche da zona sul está praticamente concluída, faltando apenas a aquisição de mobiliários, que é da alçada da Secretaria de Educação. Com mais de 1.500 metros quadrados de área construída, a nova creche vai atender cerca de 200 crianças de zero a 5 anos de idade.

* Nesta sexta-feira, o coordenador regional do partido Novo, André Vilas Boas, participa de uma live com o vereador Fernando Holiday, vereador a mesma legenda na capital paulista. A transmissão pelo instagram tem início agendado para as 19 horas.

* Para a vereadora Regina Cioffi, “em ‘briga de marido e mulher, se mete a colher”. “Nós temos que meter a colher, sim. Denunciar. Existem várias formas de denúncias. Muitas vezes as pessoas ficam sabendo de mulheres que estão sendo agredidas, que estão sofrendo, vizinhos, parentes, então que possamos entrar nesta luta, temos que fazer algo, porque o que está acontecendo é um verdadeiro absurdo”, afirmou a vereadora.

* Como a porteira está aberta, candidatos a deputado de fora começam a assediar lideranças em Poços de Caldas, em busca de apoio. Uma delas é a deputada federal Daniela Linhares, do PTB, com base eleitoral em Belo Horizonte e integrante do movimento mulher cristã, que encaminhou mensagem ao promotor Glaucir Modesto solicitando apoio para a sua candidatura a reeleição.

* O governo de Minas assinou nesta quarta-feira um acordo de leniência com a construtora Andrade Gutierrez por danos causados pela empresa aos cofres públicos. No total, a construtora irá devolver ao Estado o valor de R$ 128,9 milhões, mas os detalhes do acordo estão em sigilo por conta de investigações do Ministério Público acerca dos desvios de recursos públicos cometidos pela empresa. A maior parte da fraude ocorreu no governo de Aécio Neves, entre 2004 e 2011.