620 mil receberam auxílio ilegalmente

Um levantamento obtido com exclusividade pelo programa Fantástico, da TV Globo, mostra que 620 mil pessoas, inclusive mortos, receberam o auxílio emergencial do governo federal sem ter direito.

Segundo o primeiro relatório de acompanhamento de dados, relacionados às ações de combate à Covid-19, feito pelo Tribunal de Contas da União, caso esses pagamentos indevidos não sejam interrompidos, podem gerar um prejuízo de mais R$ 1 bilhão aos cofres públicos.

 

Bolsonaro baixa o tom

Aconselhado por militares, que montaram uma operação de guerra para salvar o mandato presidencial, Jair Bolsonaro distanciou-se daquela figura explosiva, tida a criar conflitos e criticar outras instituições, dando lugar a um comportamento mais discreto, equilibrado e moderado nos últimos dias. Preocupado com o futuro político do governo, o mandatário voltou a falar em um “entendimento” com Legislativo e Judiciário, na última quinta-feira, após semanas de ataques. Diante da mudança de postura, a expectativa do Palácio do Planalto é de que o Executivo possa, mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus, avançar em agendas mais propositivas.

 

Efeitos da pacificação

Integrantes da ala jurídica do governo aguardam ansiosamente a abertura da sessão plenária do Tribunal Superior Eleitoral na próxima terça-feira, 1º, para avaliar se surtiram efeito os recentes acenos de pacificação feitos pelo Executivo ao Judiciário. Ministros e advogados ligados ao presidente Jair Bolsonaro acreditam que o ministro Alexandre de Moraes deve mandar “recados” ao governo ao retomar o julgamento de uma ação de investigação judicial eleitoral que pede a cassação da chapa Bolsonaro-Hamilton Mourão.

 

Maior crise

Ao contrário do discurso de seus antecessores, o procurador-geral da República, Augusto Aras, subiu o tom contra as equipes que integram a operação Lava-Jato, a menina dos olhos do Ministério Público Federal. Após a Procuradoria Geral da República ser alvo de uma reclamação na corregedoria do órgão, Aras afirmou, por meio de nota divulgada pela PGR, que a “Lava-Jato não é órgão autônomo” do MPF, e não pode ser alvo de “aparelhamento”.

 

Homenagem à comunidade LGBTQ

Neste domingo, quando se comemorou o Dia do Orgulho LGBTQ, o Congresso Nacional ganhou projeções das cores do arco-íris, bandeira oficial da comunidade gay no mundo.As imagens tiveram início às 20h deste domingo. O objetivo, segundo o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, foi uma forma da sede do parlamento mostrar apoio a diversidade.”Em uma sociedade plural, não pode haver espaço para preconceito. O Congresso Nacional respeita a diversidade. O pedido foi uma solicitação do senador Fabiano Contarato”.

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