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* Ainda sobre a novela a respeito da retirada dos trailers de lanches, que já dura 30 anos. Quando da reforma e revitalização do Parque José Affonso Junqueira, na gestão do prefeito GeraldoThadeu, eles até foram retirados do local para a reforma. O assunto foi analisado e sondada a possibilidade de transferir os trailers para outro local. Não deu certo porque os proprietários dos trailers acionaram seus padrinhos na Câmara Municipal e a pressão dos vereadores, mais uma vez, inviabilizou a transferência.

* O prefeito Sérgio Azevedo tem mostrado disposição para solucionar a questão de uma vez por todas. Resta saber se terá forças para manter a posição. O correto talvez fosse a elaboração de uma lei disciplinando este tipo de comércio para dividir responsabilidade com os vereadores e a partir da lei, abrir uma licitação para definir os locais e os concessionários para exploração de comércio.

* E já que o prefeito está demonstrando boa vontade em retirar alguns trambolhos que agridem o paisagismo da área central, a melhor coisa a fazer com o Monotrilho a essa altura seria o desmanche. Como o projeto não deu certo, o melhor a fazer é retirar a estrutura de concreto que agride o visual no centro da cidade e também dasavenidas João Pinheiro e Mansur Frahya.

* Em que pese a boa vontade dos empreendedores do projeto, e o dinheiro investido por eles, responsáveis também pela construção do teleférico, o problema maior do Monotrilho está no fato de que o projeto inicial foi alterado e a rodagem, antes feita com pneus utilizados nos veículos Gols, da Volkswagen, foram substituídos por rodagem em trilhos de ferro. Com uma bitola muito estreita, por conta da largura das vigas de concreto, a composição, diante de qualquer descuido, acaba saindo dos trilhos. Foi o que aconteceu no dia 14 de dezembro do ano 2.000, logo após a sua inauguração, no dia 18 de agosto.