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* E por falar em não fazer nada, quem também nunca fez nada pela cidade, nesses três anos e meio de mandato foi o governador Romeu Zema, que só deu o ar da graça por aqui uma ou duas vezes desde que assumiu o governo, apesar dos constantes elogios recebe do prefeito Sérgio e seus auxiliares. Zema pode se juntar a Fernando Pimentel e Itamar Franco, outros dois governadores que simplesmente esqueceram Poços enquanto estavam no governo.

* Sérgio Azevedo precisa com urgência colocar um freio de arrumação no seu governo para estancar a sangria na sua popularidade, provocada por uma agenda negativa que parece interminável. A continuar desse jeito, o prefeito não será um bom cabo eleitoral na eleição para colaborar com seus candidatos a quem promete pelo menos 40 mil votos em Poços.

* Durante entrevista no programa Café Interativo, da Virandotv, o pré-candidato a deputado federal pelo Novo, André Vilas Boas, disse que está existindo ausência de bom sendo para algumas candidaturas. “Ou você primeiro elabora um projeto com ideias do que deseja buscar para o seu povo e uma base em que você busca apoio ou a candidatura não é séria. É preciso separar candidatura séria da que não é séria e não importar o invés ideológico. Esquerda, direita e centro têm espaços, mas tem que ser candidatura séria. O que estamos vendo são candidaturas que não são sérias, ou são projetos pessoais com pessoas que estão se aventurando de olho em uma próxima eleição”, disse André.

* Na mesma entrevista o pré-candidato afirmou que em Poços de Caldas caminha sozinho, por enquanto. Estes 11 pré-candidatos a deputado estadual pelo Novo, onde forem fazer campanha levarão o meu nome também”, garantiu André. Ele reconhece como impossível alguém ser eleito só com os votos de uma única cidade e que quando se olha um pré-candidato trabalhando só na sua cidade, pode-se ter certeza que ele não está trabalhando para ser eleito”.

* A fixação de alíquota máxima de 17% do ICMS (tributo cobrado pelos Estados) sobre energia, combustíveis, telecomunicações e transportes está prevista em projeto de lei complementar que o presidente da Câmara, Arthur Lira quer pautar na próxima semana. Se aprovado, estados e municípios devem perder cerca de R$ 70 bilhões de arrecadação por ano.