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* Quem sabe se com o teleférico em funcionamento e rendendo um bom dinheiro todo mês, algum empresário se interesse pelo negócio. Seria bom colocar em prática também o projeto para a reconstrução da Casa de Chá no Recanto Japonês, outra coisa encrencada que aguarda solução já fazem mais de seis anos.

* Com mais de R$ 300 milhões no caixa da Prefeitura, deixados pelo ex-prefeito Rafael Simões, que pediu exoneração do cargo para se candidatar a deputado federal pelo União Brasil, os vereadores da Câmara Municipal de Pouso Alegre não colocaram obstáculos para aprovar o projeto que prevê subsídio de R$ 9,4 milhões, para reduzir o preço da passagem do transporte público no município para R$ 3,00. Com a tarifa social, o preço da passagem do transporte urbano iria subir de R$ 3,80 para R$ 5,80, mas a prefeitura vai custear R$ 2,80 por passageiro.

* Caso não seja reeleito, o governador Romeu Zema (Novo) deixará o do Estado com uma dívida pública pelo menos 33,06% maior que quando chegou ao cargo. Quando o ex-governador Fernando Pimentel (PT) deixou o Palácio Tiradentes, o estoque da dívida era de R$ 114,3 bilhões. Agora, o montante, correspondente a abril de 2022, está em R$ 152,1 bilhões – maior que a previsão para todo o ano, que é de R$ 133,5 bilhões. O valor atual supera também aquele previsto para o exercício financeiro de 2023, que, de acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023, é R$ 151,2 bilhões. (O Tempo).

* Segundo o jornalista Rodrigo Costa, que teve acesso a documentação enviada pelo executivo a Câmara Municipal, na tentativa de justificar a contratação pelo critério de inexigibilidade, da editora Recreativa para a implantação do método denominado Ativamente, na educação básica da rede municipal de ensino, as explicações beiram ao ridículo e não justificam absolutamente nada. Até uma declaração da Associação Comercial faz parte das justificativas, em mais uma demonstração de que a entidade de classe continua não servindo para coisa nenhuma e até dá palpite onde não deveria.

* A palavra agora está com os vereadores que devem após a análise encaminhar os documentos para o Ministério Público e Tribunal de Contas para as providências cabíveis. Na opinião, em off, de um secretário municipal, “isso vai dar problema para quem contratou e pode até sobrar para o prefeito, assim como ocorreu na gestão Navarro no episódio da escola de inglês”.