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* Com todo respeito, mas não dá para aceitar como um fato comum, como também não dá para entender a nota explicativa divulgada pela secretaria de saúde sobre o descarte de materiais de procedimentos médicos junto com o lixo comum, como mostrou o vereador Diney Lennon que se interessou pelo fato após perceber que uma senhora, catadora de material reciclável revirava o lixo colocado para fora na Policlínica Central. Mesmo que seja material vencido, sem risco para a saúde das pessoas, o material deveria ter sido separado e descartado de outra forma, até para não dar a impressão de desperdício.

* Caminha bem os entendimentos do Novo, do governador Romeu Zema, para uma aliança com o PP na disputa ao governo de Minas. A negociação está sendo feita pelo secretário de governo de Minas, Igor Eto (Novo), que esteve mais de uma vez em Brasília para conversar com o presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira. Se a aliança avançar, o deputado federal, Marcelo Aro, amigo da vereadora Regina Cioffi, é quem vai assumir a vice na chapa de Romeu Zema.

* Servidores municipais recuperaram novamente as peças danificadas durante atos de vandalismo no Relógio Floral. O prefeito Sérgio Azevedo repudiou o vandalismo, que é crime contra o patrimônio público, e já informou que este e outros locais serão monitorados por câmeras. “Não vamos tolerar ações deste tipo”, garantiu o chefe do executivo.

* O novo Marco Legal de Saneamento Básico tem como principal objetivo universalisar e qualificar a prestação dos serviços no setor. Por causa da pandemia o prazo para inclusão de metas para universalização do fornecimento de água potável e esgotamento sanitário passou de 31 de março de 2022 para 30 de novembro de 2022.

* Pesquisa do Instituto Ipespe, divulgada nesta sexta-feira (13), mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida presidencial com 44% das intenções de voto, enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) fica em segundo lugar com 32%. Em comparação ao último levantamento, realizado no dia 6 de maio, Lula se manteve estável e Bolsonaro oscilou um ponto percentual para cima, mas dentro da margem de erro que é de 3,2 pontos percentuais.