* Proposta no mesmo sentido foi apresentada pelo vereador Flávio Togni de Lima e Silva para o secretário Carlos Mosconi. Como justificativa para a solicitação, o vereador afirma que a criação desse centro de monitoramento domiciliar de pessoas com diagnóstico positivo e que seguem em isolamento, assim como daquelas considerados “casos suspeitos”, permaneceria até a confirmação ou descarte do diagnóstico e sugere que assim como foi feito em São João, a prefeitura busque firmar um convênio com as universidades locais que possuem cursos na área de saúde.

* Esse monitoramento serviria também para acabar com o achismo. Muito se faça que o aumento dos contaminados com a Covid-19 se deve a festas, abertura de parques, aglomerações no comércio e também no transporte coletivo. Mas não temos um levantamento, um questionário a ser respondido pelos contaminados para saber exatamente onde e como contraíram a doença. A sugestão do vereador merece uma análise por parte do comitê que gerencia a pandemia.

* Na reunião de ontem os vereadores aprovaram em regime de urgência o projeto de lei que prevê a possibilidade de desconto de até 10% para o pagamento à vista ou parcelado do IPTU (Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana). Também foi aprovado o projeto de lei que institui no município o REFIS (Programa de Regularização Fiscal).

* E prosseguem os furtos de cabos de fiação da rede elétrica de unidades públicas municipais, sem que a prefeitura, até agora tenha instalado um sistema de monitoramento por câmeras nos postos de saúde e nas unidades de ensino. Coisa fácil e com custo pequeno que poderia ser feito até mesmo por pessoal da própria prefeitura, com os receptores das imagens instalados na sede da Guarda Municipal. Algumas câmeras no alto da serra instaladas nas torres de rádio e tv também facilitaria o trabalho para evitar furtos e também as aglomerações.

* Na sessão de ontem, durante debate sobre aglomeração no transporte coletivo, o vereador Diney Lennon foi direto ao ponto, disse que a responsabilidade pela gestão do contrato com a empresa concessionária do transporte público é responsabilidade exclusiva do prefeito municipal e ele tem sido omisso nessa questão. Após sua fala, o presidente Marcelo Heitor ligou para o prefeito e acertou sua ida à Câmara para discutir o assunto com os vereadores.

* O vereador afirmou também, com muita razão, que se a contratante do serviço, no caso a prefeitura, deseja evitar aglomerações nos coletivos e para tanto vai exigir da empresa a disponibilidade de mais linhas e ônibus, que pague pelo trabalho extra que não consta do contrato, como fazem algumas prefeituras, dentre elas, Pouso Alegre.